Como escrever redação para concurso público: guia com passo a passo e dicas!

Como escrever redação para concurso público: guia com passo a passo e dicas!
Luan Loureiro
Luan Loureiro Redação
Atualizado em 29/10 às 06h

Como escrever redação para concurso público: guia com passo a passo e dicas!

Na prova discursiva, o candidato bem preparado raramente perde ponto por português ruim. Perde por responder só parte do comando, justamente no bloco que pesa mais na correção.

Para fazer uma redação para concurso, siga três passos na ordem: leia o comando sublinhando cada verbo, monte um esqueleto de quatro parágrafos no rascunho e reserve os dez minutos finais para revisar a norma culta. O gênero exigido, dissertativo-argumentativo, estudo de caso ou peça técnica, sempre vem do edital do seu concurso.

Infográfico com os três blocos de correção da redação para concurso
Os três blocos que a banca avalia na redação de concurso.

Atualizado em 29 de outubro de 2026.

Tem um detalhe crucial na prova discursiva de concurso: ela vale muitos pontos e é a etapa que o candidato pode negligenciar. É comum encontrar gente que resolveu quatro mil questões objetivas e escreveu três redações inteiras na vida. Aí chega à prova, olha o comando, e percebe que deveria ter praticado mais aquela etapa tão relevante, que é transformar conhecimento em texto dentro de um limite de linhas e de tempo.

A boa notícia é que redação de concurso é bem mais previsível do que redação de vestibular. Ela não pede criatividade nem estilo literário. Pede clareza, estrutura e domínio do assunto cobrado no edital. Isso é treinável, e este guia mostra o caminho inteiro, do comando à revisão final.

Neste guia você encontra:

O que a banca realmente avalia na sua redação?

Praticamente todo edital divide a nota da discursiva em três grandes blocos. Os nomes mudam de banca para banca, mas a lógica se repete, e entender essa divisão muda a forma de treinar.

Bloco avaliadoO que significa na práticaOnde o candidato perde ponto
Domínio do conteúdoResponder exatamente o que o comando pediu, com os conceitos corretos da matériaResponder só parte do comando ou trocar o conceito técnico por senso comum
Estrutura textualIntrodução, desenvolvimento e conclusão ligados, com parágrafos coerentesTexto sem tese clara, parágrafos soltos, conclusão que não conclui nada
Domínio da línguaNorma culta, pontuação, concordância, regência, coesãoErro de concordância repetido, período longo demais, vírgula separando sujeito e verbo

Repare na coluna do meio. Domínio do conteúdo aparece primeiro porque é o que mais pesa e o que menos se resolve na hora da prova. Se o comando pede que você discorra sobre os princípios da administração pública aplicados a um caso concreto, não existe estrutura bonita que salve um texto que não sabe o que é impessoalidade.

Vale olhar como a sua banca descreve esses blocos antes de treinar, porque o peso de cada um varia. Para quem presta prova do Cebraspe, por exemplo, conhecer o desconto por erro de língua previsto no edital muda a estratégia de revisão: veja os critérios de correção da redação do Cebraspe e compare com o que o seu edital traz.

Como fazer redação para concurso: passo a passo.

Este é o processo que cabe dentro do tempo de prova. Ele leva entre 60 e 90 minutos para um texto de 30 linhas, dependendo da complexidade do tema.

  1. Leia o comando duas vezes e sublinhe os verbos. Discorra, analise, apresente, compare, aponte. Cada verbo é uma tarefa. Um comando com três verbos exige que o texto entregue três coisas, e deixar uma de fora custa pontos mesmo que o resto esteja excelente.
  2. Escreva o esqueleto na folha de rascunho, em tópicos. Não frases inteiras, só palavras-chave: tese da introdução, argumento 1, argumento 2, fechamento. Cinco minutos aqui economizam quinze depois.
  3. Confira se o esqueleto responde a todos os verbos do comando. Esse é o momento de perceber que você esqueceu a metade do que foi pedido, e não depois de vinte linhas escritas.
  4. Escreva direto na folha definitiva se o tempo estiver curto. Passar a limpo consome muito tempo. Com o esqueleto pronto, escrever direto é seguro para a maioria dos candidatos.
  5. Reserve os últimos dez minutos para revisão de língua. Leia procurando especificamente concordância, vírgula e período longo. Revisar sem procurar nada específico não encontra quase nada.

Os cinco passos valem para qualquer gênero. O que muda de uma prova para outra é o conteúdo que preenche o esqueleto, nunca a ordem das etapas.

A estrutura de redação básica para qualquer tema.

Modelo pronto de redação não existe, e quem promete um está vendendo ilusão: banca reconhece texto decorado e o comando muda todo ano. O que existe é uma estrutura de parágrafos que serve de andaime para qualquer assunto.

  • Parágrafo 1, introdução, de 3 a 4 linhas: uma frase que contextualiza o tema e uma frase que apresenta a tese, ou seja, o que o seu texto vai defender ou explicar. Nada de rodeio histórico. Introdução longa rouba linhas do desenvolvimento, que é onde a nota está, e o guia de como fazer a introdução da redação mostra aberturas que funcionam.
  • Parágrafo 2, primeiro argumento, de 8 a 10 linhas: apresente o conceito, explique com suas palavras e aplique ao que o comando pediu. A ordem importa: conceito, explicação, aplicação. O detalhamento está no material sobre desenvolvimento da redação com exemplo pronto.
  • Parágrafo 3, segundo argumento, de 8 a 10 linhas: mesma lógica, tratando de outro aspecto do comando. Se o comando tem três verbos, este parágrafo pode virar dois.
  • Parágrafo 4, conclusão, de 3 a 4 linhas: retome a tese com outras palavras e feche. Se o comando pedir proposta ou solução, ela entra aqui, e precisa ser concreta. Veja como fechar o texto sem abrir assunto novo para não perder ponto na estrutura.

Um erro clássico: usar o quarto parágrafo para introduzir um argumento novo. Conclusão que abre assunto novo deixa o texto sem fechamento e costuma ser penalizada na estrutura.

Dissertativa-argumentativa, estudo de caso e peça: gêneros textuais distintos.

Concursos solicitam, geralmente, um desses três gêneros textuais em provas discursivas, e confundi-los é fatal. A tabela abaixo resume o que cada um cobra.

GêneroO que o comando pedeErro que mais tira ponto
Dissertativo-argumentativoPosicionamento fundamentado sobre um tema, com tese e argumentosOpinião pessoal sem fundamento técnico ou tese que não aparece
Estudo de casoAplicar a norma ou o conceito a uma situação concreta apresentadaDiscorrer sobre teoria sem aplicar ao caso descrito no enunciado
Peça técnica ou processualProduzir um documento com forma própria, endereçamento e fundamentaçãoEscrever dissertação no lugar da peça, perdendo a estrutura formal inteira

O dissertativo-argumentativo é o formato mais próximo do que se estuda no ensino médio, embora com linguagem mais técnica e sem espaço para opinião pessoal solta.

O estudo de caso apresenta uma situação concreta e pede que você aplique a norma ou o conceito. Aqui não se pede opinião, se pede aplicação correta. Texto bem escrito com o conceito errado tira nota baixa.

A peça técnica ou processual aparece em cargos jurídicos e exige forma específica, com endereçamento, qualificação e fundamentação. Não é redação, é documento, e treinar dissertação não prepara para ela: o roteiro de como estruturar a peça processual trata disso em detalhe.

Existe ainda um quarto caso que pega muita gente de surpresa, o da redação oficial, cobrada em cargos administrativos: ofício, memorando e parecer têm regras próprias de forma e tratamento, reunidas no material sobre redação oficial para concurso. Se o seu edital cita comunicação oficial, consulte o Manual de Redação da Presidência da República, que é a fonte normativa usada pelas bancas.

Antes de treinar qualquer coisa, veja qual formato o edital do seu concurso cobra. O panorama dos formatos de prova discursiva ajuda a identificar o seu em poucos minutos, e treinar o formato errado é o gasto de tempo mais silencioso da preparação.

Um comando dissecado: do verbo ao esqueleto.

Nada ensina mais rápido que ver o processo aplicado. Veja um comando no estilo que as bancas usam em cargos administrativos:

Discorra sobre o princípio da eficiência na administração pública, apresente dois instrumentos que o concretizam e aponte um limite à sua aplicação.

São três verbos, logo três tarefas: discorrer, apresentar e apontar. Um texto que explique o princípio com brilho e esqueça o limite entrega dois terços do pedido, e a correção trata isso como atendimento parcial ao comando.

O esqueleto de rascunho, em tópicos, fica assim:

  • Introdução: a eficiência como princípio expresso no artigo 37 da Constituição Federal, com a tese de que ela exige resultado e não apenas cumprimento formal da lei.
  • Argumento 1: primeiro instrumento, por exemplo o contrato de gestão, apresentado na ordem de conceito, explicação e aplicação.
  • Argumento 2: segundo instrumento, por exemplo a avaliação de desempenho do servidor, na mesma ordem de conceito, explicação e aplicação.
  • Limite: a eficiência não autoriza atropelar a legalidade e o devido processo, e é aqui que o terceiro verbo do comando é cumprido.
  • Conclusão: retomada da tese em outras palavras, sem abrir assunto novo.

Repare que o esqueleto já define a quantidade de parágrafos e distribui as linhas antes da primeira frase definitiva. É esse mapa que impede a fuga parcial do tema. Para escolher argumentos que sustentam o texto em vez de apenas enfeitá-lo, vale conhecer os tipos de argumento mais usados na redação, e quem quer treinar com temas plausíveis encontra o caminho em como prever os temas de redação do seu concurso.

Fatores que causam mais perda de nota na discursiva.

Depois de olhar padrões de correção, os mesmos problemas aparecem em quase todo texto mal avaliado.

  1. Fuga parcial do tema. O candidato responde o que sabe, não o que foi perguntado. É o erro mais caro de todos e o mais fácil de evitar com cinco minutos de esqueleto.
  2. Período longo demais. Frases de cinco linhas quase sempre carregam erro de pontuação ou de concordância. Ponto final é gratuito, use.
  3. Repetição de palavra. Usar o mesmo termo seis vezes em um parágrafo sinaliza vocabulário pobre. Trocar por sinônimo ou reorganizar a frase resolve.
  4. Generalidade. Texto que poderia ter sido escrito sem estudar a matéria não pontua no bloco de conteúdo, por melhor que seja o português.
  5. Ultrapassar ou não atingir o limite de linhas. Muitos editais anulam o que passa do limite e penalizam o texto curto demais. Conte as linhas do rascunho.
  6. Letra ilegível. Corretor não adivinha. Escrever com pressa nas últimas linhas custa pontos que você já tinha ganhado.

Os seis itens têm um padrão em comum: nenhum deles depende de saber mais matéria. Todos se resolvem com processo, e processo se treina em casa.

Como treinar redação para concurso sem ter corretor?

A objeção mais comum é que sem alguém corrigindo não adianta escrever. Adianta, desde que você use um método de autoavaliação em vez de só reler e achar bom.

Funciona assim: escolha um tema cobrado em prova anterior do seu concurso, escreva no tempo real da prova e guarde o texto por 48 horas sem olhar. Depois, releia com uma grade em mãos, checando item por item.

  • Respondi todos os verbos do comando?
  • A tese aparece de forma explícita na introdução?
  • Cada parágrafo de desenvolvimento tem conceito, explicação e aplicação?
  • Existe algum período com mais de quatro linhas?
  • Quantas vezes repeti a mesma palavra-chave?
  • A conclusão retoma a tese ou abre assunto novo?

Uma redação por semana com essa grade, durante três meses, muda o resultado de forma perceptível. Doze textos são mais do que a imensa maioria dos candidatos escreve na preparação inteira. Se preferir uma rotina já montada, existe um plano de treino de redação sozinho em quatro semanas pronto para seguir.

Dito isso, correção externa acelera muito. Quem tem acesso a um professor que aponta o erro recorrente encurta meses de tentativa e erro, porque a gente é péssimo em enxergar o próprio vício de escrita. No Portal Concursos, o suporte individualizado e as aulas ao vivo servem exatamente para esse tipo de dúvida que trava o candidato sozinho, e os cursos direcionados por concurso já trazem a discursiva no formato que a sua prova cobra, não no formato genérico.

Onde buscar fundamentação e como descobrir o critério da sua banca?

Repertório em redação de concurso não é citação de filósofo. É o conteúdo do edital usado com precisão. Quem escreve sobre licitação citando o princípio da isonomia e a regra correta da modalidade pontua mais que quem enfeita o texto com uma frase de efeito.

Três fontes rendem muito e custam pouco tempo:

  • A letra da lei ou da norma cobrada no edital. Não precisa decorar artigo por artigo, mas saber nomear o princípio ou o instituto corretamente muda o bloco de conteúdo da correção.
  • Provas discursivas anteriores da mesma banca, com o padrão de resposta. O padrão de resposta é o documento mais subestimado da preparação: ele mostra literalmente o que o corretor esperava ver no texto.
  • Relatórios e dados oficiais do órgão. Um número real de fonte oficial, usado com parcimônia, dá peso ao argumento. Um número inventado destrói a credibilidade do texto inteiro, então só entra aquilo de que você tem certeza.

Uma técnica que funciona bem no dia da prova: para cada conceito que você domina, tenha na cabeça uma aplicação prática de uma linha. Conceito sem aplicação vira definição de dicionário, e definição de dicionário não responde comando nenhum. Para dúvida de grafia durante o treino, a consulta ao Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa resolve em segundos e evita fixar o erro.

O critério de correção, por sua vez, não se adivinha: ele está no edital, e cada banca descreve o seu de um jeito. Vale ler o que o seu edital diz sobre os quatro pontos abaixo antes de escrever a primeira redação de treino.

O que procurar no editalPor que isso muda o seu treino
Gênero exigido e extensão em linhasDefine o formato que você treina e o ritmo de escrita no tempo de prova
Peso da discursiva na nota finalMostra quanto tempo de estudo a etapa merece em relação à objetiva
Regra de desconto por erro de línguaIndica se vale priorizar revisão gramatical ou profundidade de conteúdo
Situações de nota zero e de anulaçãoEvita perder tudo por detalhe de forma, como identificação indevida na folha

Se a sua prova é de uma das bancas mais frequentes, dá para adiantar essa leitura. Os materiais sobre a correção de redação da FGV e sobre os critérios da Vunesp mostram o que cada uma costuma valorizar e o que derruba a nota. Fundamentação também fica mais fácil com um banco de ideias organizado, e o guia de repertório para redação de concurso indica onde buscar sem cair na decoreba.

Os erros de português mais recorrentes em prova discursiva.

O bloco de língua costuma ser onde o candidato bem preparado perde pontos bobos, porque escreve rápido e sob pressão. Cinco erros concentram boa parte das perdas.

ErroExemplo do que aconteceComo evitar na hora
Concordância verbal com sujeito distanteSujeito no começo do período e verbo dez palavras depois, no número erradoEncurte o período. Sujeito e verbo perto um do outro quase nunca erram
Vírgula entre sujeito e verboUma vírgula solta antes do verbo principalNa revisão, olhe especificamente as vírgulas que antecedem verbos
Regência trocadaPreposição errada depois de verbos como implicar, visar e obedecerSe não tiver certeza da regência, reescreva com outro verbo que você domina
Uso de craseAcento aplicado por hábito, sem checar a regraReformule a frase para não precisar do acento quando estiver inseguro
Coesão frouxaParágrafos que começam sem ligação nenhuma com o anteriorAbra cada parágrafo retomando uma palavra ou ideia do parágrafo de cima

Existe um princípio simples por trás de quase todos eles: quanto mais simples a construção, menor a chance de erro. Prova discursiva não premia frase complexa. Premia frase correta que diz exatamente o que precisa dizer.

Os três tópicos que mais aparecem na correção têm material próprio e vale revisar cada um antes da prova: as regras de concordância verbal que mais caem, o teste rápido de crase para concurso e as hipóteses de vírgula antes da conjunção "e", que é a pegadinha preferida das bancas em texto corrido.

Vale um treino específico para isso, e ele leva dez minutos por dia. Pegue um parágrafo qualquer que você escreveu e reescreva quebrando cada período longo em dois. Depois compare. Em duas semanas, o texto sai mais limpo já na primeira versão.

Quanto tempo dedicar à redação no dia da prova?

A divisão de tempo entre objetiva e discursiva decide muita aprovação. Como referência prática, para uma prova de quatro horas com objetiva e discursiva na mesma aplicação, reserve entre 70 e 90 minutos para o texto, incluindo esqueleto e revisão.

Etapa da redaçãoFatia do tempo reservadoO que você entrega nela
Leitura do comando e esqueletoCerca de 15 por centoMapa dos verbos e dos parágrafos, na folha de rascunho
Escrita do textoCerca de 65 por centoVersão definitiva, já dentro do limite de linhas
Revisão de línguaCerca de 20 por centoCaça dirigida a concordância, vírgula e período longo

Faça a objetiva primeiro se a discursiva for corrigida apenas para quem passar no corte da objetiva, o que é comum. Mas cuidado com a armadilha: gente que se empolga na objetiva e deixa 35 minutos para escrever costuma entregar um texto que joga fora meses de estudo.

Se a prova é só discursiva, a conta da tabela acima vale integralmente. E a única forma de saber se o seu ritmo cabe no tempo é cronometrar: fazer simulado completo no horário da prova revela o descompasso antes que ele custe a aprovação.

Perguntas frequentes:

Como fazer redação para concurso público do zero?

Comece descobrindo qual formato o seu edital cobra, seja dissertativo-argumentativo, estudo de caso ou peça técnica, porque cada um tem regras diferentes. Depois treine a estrutura de quatro parágrafos com temas de provas anteriores da mesma banca. Escrever um texto por semana com autoavaliação já coloca você acima da média dos candidatos.

A redação para concurso precisa de título?

Depende do edital, e essa é uma informação que precisa ser conferida no texto do seu concurso. Muitos editais dispensam o título e alguns chegam a penalizar quem coloca, porque o título ocupa linha do limite. Na dúvida, siga literalmente o que o comando da questão instruir.

Existe modelo pronto de redação para concurso?

Existe estrutura pronta, que é a organização dos parágrafos, mas não existe texto pronto que funcione. Bancas identificam texto decorado com facilidade e o comando muda a cada prova, então redação memorizada gera fuga do tema. Use modelos apenas para entender a arquitetura do texto.

Quantas linhas deve ter a redação de concurso?

O limite é definido pelo edital de cada concurso e varia bastante, com faixas comuns entre 20 e 30 linhas. Escrever abaixo do mínimo e ultrapassar o máximo têm penalidades previstas no próprio edital, então conte as linhas ainda no rascunho. Treinar sempre no limite da sua prova evita surpresa no dia.

Como fazer recurso de redação de concurso?

O recurso precisa apontar objetivamente onde a correção divergiu do critério publicado no edital, citando o trecho do seu texto e o item do padrão de resposta. Recurso baseado em opinião sobre a nota costuma ser indeferido. Peça vista da folha de correção sempre que o edital permitir, porque sem ela o argumento fica frágil. O roteiro de recurso de prova discursiva traz o passo a passo da contestação.

Escreva a sua primeira redação ainda esta semana.

Redação é a etapa em que o candidato médio mais deixa ponto na mesa e também a que mais rende por hora treinada, porque doze textos bem avaliados já colocam você em outro patamar. Nos cursos do Portal Concursos a discursiva vem no formato que a sua prova cobra, com aulas ao vivo e suporte individualizado para quando o texto travar. Conheça o curso e confira o conteúdo.

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