Como ser diplomata: requisitos, as três fases do CACD e como é a carreira
Lucas Jesus
Lucas Jesus Redação
Atualizado em 31/10 às 16h

O edital do CACD de 2022 previa salário inicial de R$ 19.199,06 para terceiro-secretário, e nenhuma faculdade específica é exigida para disputar o cargo. O que elimina candidato antes mesmo da prova é outro requisito.

Para ser diplomata é preciso passar no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata, o CACD, do Instituto Rio Branco. Os requisitos são ser brasileiro nato, ter diploma de graduação em qualquer área, estar em dia com obrigações eleitorais e militares, ter no mínimo dezoito anos e aptidão física e mental. São três fases e não há idade máxima.

Requisitos para ser diplomata e as três fases do concurso CACD do Instituto Rio Branco
Resumo dos requisitos e do formato do CACD segundo o Instituto Rio Branco.

Atualizado em 31 de outubro de 2026.

Duas informações costumam surpreender quem pesquisa essa carreira pela primeira vez. A primeira é que não existe faculdade de diplomacia obrigatória: qualquer graduação serve, de engenharia a música, desde que o diploma seja registrado. A segunda é que a carreira é privativa de brasileiros natos por determinação constitucional, o que significa que naturalizados não podem ingressar, por melhor que seja o desempenho na prova.

O resto é estudo. Muito estudo, num concurso que o próprio Ministério das Relações Exteriores descreve como de preparação plurianual para a maior parte dos aprovados.

Neste guia:

As atribuições do diplomata e os cargos do Itamaraty.

Segundo o Itamaraty, diplomatas prestam atividades de natureza diplomática e consular em seus aspectos de representação, negociação, informação e proteção de interesses brasileiros no campo internacional. Traduzindo para o dia a dia: negociar acordos, acompanhar e relatar a conjuntura política e econômica do país onde serve, promover comércio e cultura brasileiros e atender cidadãos brasileiros no exterior.

O Serviço Exterior Brasileiro tem outros dois cargos que também entram por concurso público e que muita gente confunde com o de diplomata. Compare os três antes de escolher um, porque as provas, os requisitos e o tempo de preparação são bem diferentes.

CargoEscolaridade exigidaO que faz
Diplomata, terceiro-secretárioGraduação em qualquer áreaRepresentação, negociação, informação e proteção de interesses brasileiros no exterior
Oficial de chancelariaGraduaçãoAnálise técnica e gestão administrativa ligadas com a execução da política externa
Assistente de chancelariaNível médioApoio técnico e administrativo no Brasil e nas representações brasileiras no exterior

Se o seu interesse é trabalhar com relações internacionais e viver parte da vida no exterior, os dois cargos de chancelaria exigem preparação bem mais curta que a do CACD. Quem ainda está decidindo a área ganha tempo olhando primeiro o panorama de concursos de nível superior antes de fechar a escolha por uma carreira tão longa.

Requisitos para o CACD:

O Instituto Rio Branco lista os requisitos que o candidato precisa preencher para a posse no cargo:

  1. Ter sido aprovado no concurso.
  2. Ser brasileiro nato, conforme o art. 12, § 3º, inciso V, da Constituição Federal e o art. 36 da Lei nº 11.440/2006 sobre o Serviço Exterior Brasileiro.
  3. Estar no gozo dos direitos políticos.
  4. Estar em dia com as obrigações do serviço militar, para candidatos do sexo masculino.
  5. Estar em dia com as obrigações eleitorais.
  6. Apresentar diploma registrado de conclusão de curso de graduação de nível superior.
  7. Ter idade mínima de dezoito anos.
  8. Apresentar aptidão física e mental, verificada por exames pré-admissionais.

Sobre idade, o Itamaraty é direto: existe idade mínima de dezoito anos para a investidura no cargo, e não há limite máximo para inscrição. Sobre diploma estrangeiro, é aceito desde que revalidado pelo Ministério da Educação. E quem tem dupla nacionalidade pode concorrer, desde que uma delas seja a de brasileiro nato.

Um detalhe que gera dúvida recorrente entre bacharéis em Direito: não é exigida aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil nem em qualquer outro conselho profissional. A exigência se limita ao diploma de graduação. A regra de nacionalidade, por outro lado, é absoluta, e entender de onde ela vem ajuda na prova, porque esse tipo de dispositivo aparece com frequência nas provas de Direito Constitucional para concurso entre as oito disciplinas do CACD.

Como funciona o concurso: as três fases.

O CACD vem sendo realizado anualmente desde 1946. O edital sai depois da aprovação da disponibilidade orçamentária para provimento dos cargos na classe inicial da carreira, o que explica por que o número de vagas oscila tanto de um ano para o outro.

FaseFormatoCaráter
PrimeiraProva objetiva de certo ou errado, oito disciplinasEliminatório, habilita para a fase seguinte
SegundaProvas escritas em oito disciplinas, com nota mínima por provaEliminatório e classificatório
TerceiraEtapa final, com peso na composição da notaClassificatório

Primeira fase: prova objetiva de certo ou errado.

Prova objetiva com questões do tipo certo ou errado, de caráter eliminatório, cobrindo língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, história mundial, política internacional, geografia, economia e direito. Ela habilita o candidato para a fase seguinte. No CACD de 2024 essa etapa foi aplicada nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal.

O formato merece treino próprio, porque chute custa ponto. Quem nunca enfrentou esse modelo deveria entender a lógica da prova de certo ou errado antes de medir desempenho em simulado, sob risco de concluir que sabe menos do que realmente sabe.

Segunda fase: as provas escritas.

Provas escritas, eliminatórias e classificatórias, de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, geografia, política internacional, economia, direito e língua espanhola ou francesa. É aqui que a preparação de quem só treinou múltipla escolha desmorona: são respostas dissertativas em oito disciplinas, com correção exigente e nota mínima por prova.

Treinar escrita exige método, não só leitura. Conhecer os formatos de prova discursiva e praticar com cronômetro resolve metade do problema, e o guia de redação para concurso ajuda na estrutura do texto. Para quem vem da área jurídica ou administrativa, as convenções de redação oficial também aparecem com frequência nas provas de português.

Terceira fase: a etapa final de classificação.

Última etapa antes da aprovação final, com peso na composição da nota. A soma das notas finais da segunda e da terceira fases é o critério principal de classificação usado inclusive nos programas do Instituto.

Sobre idiomas, a orientação oficial é clara: não está prevista, para as próximas edições, a exigência de outras línguas além de inglês, espanhol e francês. A justificativa dada pelo Itamaraty é prática, já que as três estão entre os idiomas oficiais das Nações Unidas e cobrem o maior número de países com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas.

Remuneração e progressão na carreira.

A carreira diplomática é estruturada em seis classes: terceiro-secretário, segundo-secretário, primeiro-secretário, conselheiro, ministro de segunda classe e ministro de primeira classe, que é o embaixador. O aprovado entra como terceiro-secretário e progride por antiguidade e merecimento, com requisitos específicos para cada promoção.

Sobre remuneração, o Itamaraty informa que o salário inicial bruto de terceiro-secretário previsto no edital do CACD de 2022 era de R$ 19.199,06. Como qualquer valor de concurso, esse número muda com reajustes e reestruturações, então o valor vigente deve sempre ser conferido no edital da edição corrente e nas tabelas oficiais publicadas pelo órgão.

No exterior a lógica é outra. A remuneração leva em conta custo de vida, condições locais e incentivo para postos com maior demanda, e o foco declarado não é equiparar o diplomata com a classe média local, e sim atender as necessidades de representação do governo brasileiro.

O Curso de Formação de Diplomatas.

Aprovado no concurso, o candidato não vai direto para um posto no exterior. O Curso de Formação de Diplomatas é obrigatório para o recém empossado terceiro-secretário, tem duração de três ou quatro semestres e carga horária integral. No último semestre, o aluno assiste aulas pela manhã e cumpre estágio no período vespertino em unidades da Secretaria de Estado das Relações Exteriores.

Os alunos são remunerados: a partir da entrada em exercício efetivo no cargo, o aluno do curso passa a receber o subsídio de terceiro-secretário. Ou seja, a formação acontece já dentro da carreira, com vínculo e salário.

Ação afirmativa: o Prêmio de Vocação para a Diplomacia.

Desde 2002 o Instituto Rio Branco mantém o Programa de Ação Afirmativa, que concede bolsas-prêmio a candidatos negros com desempenho satisfatório nas primeiras etapas do CACD que não alcançaram a média necessária para aprovação final. O valor total da bolsa-prêmio por candidato selecionado corresponde a R$ 30.000,00, desembolsado pelo CNPq, e serve para custeio de material bibliográfico e pagamento de cursos preparatórios ou de professores especializados.

O programa reconhece explicitamente que a preparação costuma levar mais de uma temporada e prevê renovação da bolsa, condicionada a marcos de desempenho: aprovação na primeira fase para a primeira renovação, notas mínimas nas provas de português e inglês da segunda fase para a segunda, e aprovação na terceira fase para a terceira. A concessão não exige que o candidato interrompa vínculo empregatício.

Tempo de preparação e como organizar o estudo.

O próprio desenho do programa de ação afirmativa, com renovações sucessivas atreladas a fases, diz muito sobre o ritmo real desse concurso. Aprovação na primeira tentativa é exceção, não regra.

Um planejamento honesto se organiza em quatro estágios, cada um com um sinal objetivo de que já dá para avançar:

Etapa da preparaçãoFoco principalSinal de que você pode avançar
FundaçãoPortuguês, inglês e leitura ampla de história e política internacionalLer texto denso em inglês sem dicionário a cada parágrafo
Primeira faseVolume de questões objetivas nas oito disciplinasDesempenho estável em simulados no formato certo ou errado
Segunda faseProdução escrita cronometrada e correção sistemáticaEscrever resposta completa dentro do tempo, sem travar
Terceira faseAprofundamento e revisão dirigidaConsistência entre disciplinas, sem ponto fraco isolado

O gargalo quase sempre é a segunda fase. Escrever oito provas dissertativas em nível de banca exige treino de produção textual com correção, e não só leitura. Candidato que só lê e resolve objetiva chega nessa etapa com conhecimento suficiente e mão destreinada.

Quem está começando de fato do zero ganha tempo fechando antes o básico de método, e o guia de como estudar para concurso do zero cobre essa parte. Depois disso, montar um cronograma de estudos com as oito disciplinas distribuídas em ciclo evita o erro clássico de estudar só o que é agradável.

Como filtrar a bibliografia sem se perder no volume:

Quem começa a estudar para esse concurso enfrenta um problema incomum: não falta material, sobra. Cada uma das oito disciplinas tem bibliografia própria, e é fácil passar um ano lendo bem e avançando pouco em direção para a prova. Três critérios ajudam a filtrar.

  • Priorize o que a banca cobra em texto, não o que é interessante. Política internacional e história do Brasil rendem mais questões que curiosidade acadêmica.
  • Leia com caneta e ficha. Na segunda fase você vai precisar recuperar argumento e data sob pressão de tempo. Leitura passiva não sobrevive a isso.
  • Converta leitura em texto próprio desde cedo. Um resumo de uma página por capítulo vale mais que dez capítulos sublinhados.

Uma prática que funciona bem: escolher uma pergunta provável por semana e escrever a resposta completa, no tempo da prova, mesmo antes de se sentir pronto. O texto vai ficar ruim nos primeiros meses. É exatamente esse o objetivo, porque o texto ruim mostra a lacuna que a leitura escondia.

Volume de leitura sem revisão programada também vira desperdício. A lógica da curva de esquecimento explica por que conteúdo lido uma vez não resiste a uma preparação de anos, e a revisão espaçada é o que mantém disciplina antiga viva enquanto você avança nas outras sete. Transformar essa leitura em acerto exige o passo seguinte, que é estudar por questões em vez de reler resumo.

Inglês no CACD é outro nível de exigência.

Muita gente subestima essa parte por já ter certificação internacional ou por trabalhar usando inglês. O concurso cobra leitura de textos densos, versão, redação em inglês e domínio gramatical fino. É um uso acadêmico da língua, diferente do inglês de reunião de trabalho.

Para quem parte de um nível intermediário, o caminho mais eficiente combina três frentes simultâneas: leitura diária de imprensa internacional de qualidade, treino específico de gramática no formato cobrado e produção escrita corrigida. As três, todos os dias, em blocos curtos. Inglês é a disciplina que menos aceita estudo concentrado em mutirão de fim de semana, e quem precisa reconstruir a base pode começar pelo roteiro de inglês para concurso antes de avançar para as outras disciplinas.

Espanhol e francês entram na segunda fase e costumam ser tratados como problema para depois. Faz sentido do ponto de vista de prioridade, mas quem deixa para os últimos três meses geralmente perde ponto barato numa prova em que a diferença entre aprovado e reprovado é pequena.

As disciplinas de base pesam mais do que parece.

Português e geografia aparecem nas duas primeiras fases, e muita gente que vem de uma graduação em humanas trata as duas como matéria resolvida. Na prática, a cobrança é mais fina do que a da maioria dos concursos, e vale conferir o que realmente cai em português para concurso e em geografia para concurso antes de decidir que essas duas já estão prontas.

Política internacional é a disciplina que mais se alimenta de notícia recente, e é também a que mais pune leitura dispersa. Acompanhar conjuntura com método rende mais que ler cinco veículos sem registrar nada, e o guia de atualidades para concurso mostra como montar esse filtro.

Conciliar trabalho e preparação.

A maior parte dos candidatos trabalha. O programa de ação afirmativa do próprio Instituto Rio Branco reconhece isso ao dispensar a interrupção de vínculo empregatício para receber a bolsa-prêmio.

  1. Proteja um bloco fixo de estudo profundo por dia. Noventa minutos consistentes valem mais que seis horas aos domingos.
  2. Use deslocamento e intervalos para leitura leve e revisão. Fichas, resumos e questões objetivas cabem nesses espaços.
  3. Reserve um dia do fim de semana para produção escrita. Escrever exige bloco longo e cabeça descansada, e não cabe em trinta minutos de fim de noite.
  4. Aceite ciclos. Semanas de trabalho intenso vão render menos, e tudo bem. O que derruba candidato não é a semana fraca, é abandonar o plano depois dela.

A dúvida sobre carga diária aparece sempre, e a resposta honesta depende de quanto tempo você consegue sustentar por anos, não por um mês. A discussão sobre quantas horas estudar por dia ajuda a calibrar meta realista antes de montar o ciclo.

Perfil de quem se dá bem nessa carreira.

O Itamaraty descreve o perfil desejado do funcionário do Serviço Exterior Brasileiro: interesse em questões internacionais e em conhecer outras culturas, dedicação para a promoção dos interesses do Brasil no exterior e forte compromisso com o serviço público. Valorizam-se profissionais que saibam trabalhar sob pressão.

Vale acrescentar o que a estrutura da carreira impõe. Transferência entre países se chama remoção, acontece duas vezes por ano e segue as prioridades da política externa, não só a preferência do diplomata. É imprescindível, nas palavras do próprio Instituto, a disposição de servir o Brasil em qualquer lugar do mundo. Quem tem raiz familiar rígida ou precisa de previsibilidade geográfica costuma sofrer.

Um dado que ajuda a dimensionar o perfil histórico da carreira: nos últimos trinta anos, mulheres representaram em média 23,5% dos candidatos aprovados no concurso.

Erros que mais custam tempo nessa preparação:

  • Estudar só o Guia de Estudos. O Instituto Rio Branco divulga guias para orientar a preparação, mas faz uma ressalva importante: eles constituem material de orientação e auxílio, e não limitam nem condicionam a avaliação da banca examinadora. Quem lê só o guia chega na segunda fase com repertório curto para escrever oito provas.
  • Deixar a escrita para o fim. Produção textual melhora por repetição corrigida, e isso leva meses. Começar a escrever no ano da prova é tarde.
  • Medir progresso por horas e não por entrega. Página lida não é conhecimento recuperável. Questão resolvida e texto escrito são.
  • Tratar espanhol ou francês como detalhe. A diferença entre aprovado e reprovado nessa prova é pequena, e ponto barato perdido pesa.
  • Abandonar o plano depois de uma semana ruim. O concurso premia consistência plurianual, e nenhuma semana isolada define o resultado.

Perguntas frequentes sobre a carreira diplomática e o CACD:

Qual faculdade preciso fazer para ser diplomata?

Qualquer uma. O requisito é apresentar diploma registrado de conclusão de curso de graduação de nível superior, sem exigência de área específica. Cursos como relações internacionais, direito, história e economia ajudam no conteúdo do concurso, mas não são obrigatórios.

Estrangeiro ou brasileiro naturalizado pode ser diplomata?

Não. A carreira diplomática é privativa de brasileiros natos, conforme o art. 12, § 3º, inciso V, da Constituição Federal e o art. 36 da Lei nº 11.440/2006. Quem tem dupla nacionalidade pode concorrer desde que uma delas seja a de brasileiro nato.

Existe idade máxima para o concurso de diplomata?

Não existe limite máximo de idade para inscrição no CACD. O Instituto Rio Branco informa apenas a idade mínima de dezoito anos para a investidura no cargo, mesmo requisito básico previsto na Lei nº 8.112/1990 para cargos públicos federais.

Quantas fases tem o concurso para diplomata?

São três fases. A primeira é uma prova objetiva de certo ou errado com oito disciplinas, a segunda reúne provas escritas em português, inglês, história do Brasil, geografia, política internacional, economia, direito e espanhol ou francês, e a terceira é a etapa final de classificação.

Quanto ganha um diplomata no início da carreira?

O Itamaraty informa que o salário inicial bruto de terceiro-secretário previsto no edital do CACD de 2022 era de R$ 19.199,06. O valor vigente deve ser conferido no edital da edição atual e nas tabelas oficiais, porque muda com reajustes e reestruturações da carreira.

Quais idiomas caem no CACD?

Inglês na primeira e na segunda fase, e espanhol ou francês na segunda fase. O Itamaraty informa que não está prevista a exigência de outros idiomas nas próximas edições, porque inglês, espanhol e francês cobrem o maior número de países nas relações diplomáticas brasileiras.

O que é o Curso de Formação de Diplomatas?

É o curso obrigatório para o terceiro-secretário recém empossado, com duração de três ou quatro semestres e carga horária integral. O aluno já recebe o subsídio do cargo a partir da entrada em exercício e, no último semestre, combina aulas pela manhã com estágio no período da tarde.

Existe programa de ação afirmativa no concurso de diplomata?

Sim. Desde 2002 o Instituto Rio Branco mantém o Programa de Ação Afirmativa, que concede bolsas-prêmio de R$ 30.000,00 a candidatos negros com bom desempenho nas primeiras etapas que não alcançaram a média final, com possibilidade de renovação conforme marcos de desempenho.

Além de diplomata, quais são os outros cargos do Itamaraty?

O Serviço Exterior Brasileiro tem também o assistente de chancelaria, cargo de nível médio de apoio técnico e administrativo, e o oficial de chancelaria, de nível superior, que atua na análise técnica e na gestão administrativa ligadas com a política externa.

Comece pelo conteúdo programático das oito disciplinas.

Confira primeiro se você preenche o requisito de nacionalidade, porque ele é absoluto, depois baixe o último edital do CACD e o Guia de Estudos do Instituto Rio Branco e marque, com honestidade, quais das oito disciplinas você nunca estudou. Para transformar essa lista em rotina, o banco de questões do Portal Concursos permite filtrar por banca, disciplina e nível de dificuldade com comentários de professores, enquanto os cursos direcionados cobrem as matérias de base e os simulados mostram onde está o ponto fraco entre as oito. Conheça os planos do Portal e confira o conteúdo das disciplinas que você precisa construir do zero.

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