Questão
ID 839372Disciplina: Direito Constitucional
Assunto: Direitos dos Trabalhadores Urbanos e Rurais (Artigo 7º da CF)
Ano: 2012 Banca: MPRS - Ministério Público do Rio Grande do Sul Órgão: Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul
Instrução: As questões 41 a 50 estão relacionadas ao texto abaixo.
- Às 3 da manhã, a única luz acesa da casa é a do
- monitor. Os pais e a irmã de Rodrigo Rubira já
- dormem ________ algumas horas. O computador é
- só dele agora. Na vida do rapaz, a máquina sempre
- teve um papel fundamental: ele escolheu o colégio
- técnico porque lá havia conexão de internet e
- começou a trabalhar cedo – dando aulas num curso
- de informática, claro –, para ganhar dinheiro e
- investir em equipamento. Comprou seu primeiro
- computador aos 16 anos.
- Como vários garotos, Rodrigo foi um hacker. E,
- antes que você torça o nariz para o garoto, vamos
- tentar ________ essa palavra. Hacker é aquele cara
- que manja muito de códigos de programação e sabe
- resolver qualquer problema que aparecer no
- computador. Tal conhecimento pode ser usado para
- o bem ou para o ________. O hacker que opta pelo
- lado negro da força tem nome específico: cracker.
- Esse fulano invade sistemas, sabota e rouba dados.
- Não é o caso de Rodrigo, que se coloca no time dos
- hackers éticos: “É preciso seguir a lei, não importa
- o que você faça”. A maioria dos hackers, entretanto,
- não ________ tanto no futuro. Um dos mais
- famosos do mundo, o americano Kevin Mitnick,
- começou do jeito mais inconsequente possível. “Meu
- único objetivo era ser o melhor que existia”, conta.
- “Se eu roubei softwares, não foi porque eu queria
- vendê-los.”
- Pego em 1995, Kevin passou 8 meses na solitária.
- Depois de cumprida a condicional, ele montou uma
- empresa de segurança, a Mitnick Security. Sem
- medo de ser feliz, Kevin não titubeou em pôr o
- próprio nome na empresa. “Os clientes conhecem
- meu passado e eles me procuram exatamente
- porque sabem que eu sou capaz de pensar como
- um hacker, porque já fui um.”
- Seus antagonistas dizem que ele se promoveu
- em cima dos crimes que cometeu. Para o advogado
- Renato Blum, um ex-cracker pode até ser
- contratado para funções educativas, mas não para
- lidar justamente com um setor que costumava
- prejudicar. “Não podemos prestigiar um sujeito que
- praticou um crime. O conhecimento dele foi obtido
- de forma ilícita”, afirma.
Texto adaptado. Disponível em:http://super.abril.com.br/tecnologia/hackers-s-447407.shtml. Acesso: 12 de junho de 2012.
Além de outros que visem à melhoria de sua condição social, constituem direitos constitucionais dos trabalhadores urbanos e rurais, EXCETO