Banco de Questões

A ferramenta completa para a sua preparação em concursos

Questões de Línguas (Outras)

7.619 questões encontradas

  1. Questão 241

    ID 3400971

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Educação Bilíngue para Surdos

    Ano: 2016 Banca: IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Órgão: Instituto Federal do Rio Grande do Sul


    Um mito

    Por Sirio Possenti

    O mito mais renitente sobre as línguas é o de que teria havido, em algum momento, línguas perfeitas. Em cada país – ou cultura – há quem lamente sua decadência. As pessoas estariam falando muito mal, ninguém mais respeita as regras, a gramática precisa “voltar” a ser ensinada, quem sabe até mesmo o latim, já que isso ajudaria a melhorar as coisas, da grafia ao sentido, passando pelas regências e concordâncias. As queixas são generalizadas.

    A primeira versão desse mito que conhecemos é a história de Babel, embora no livro não se diga que se falava corretamente, mas apenas que se falava uma só língua e todos se compreendiam. O castigo foi a diversidade linguística. Antes disso, o livro informara que Adão deu a cada criatura um nome adequado. Não se fala em sintaxe, concordância, regência, muito menos em correção, mas apenas na adequação dos nomes, que, diga-se, é hoje um tópico de muitas queixas.

    Na verdade, o mito da decadência (o avesso do da perfeição antiga) vigora em muitos outros campos: os escritores eram melhores, havia verdadeiros filósofos, os políticos tinham mais compostura (e eram melhores oradores), o casamento era para valer, as mulheres, então... etc.

    O dado mais curioso sobre a questão é que as queixas são bem antigas. Cícero já se queixava da mesma coisa, e conhece-se o Appendix Probi, que fazia uma lista de palavras corretas e de sua contraparte “errada” (por exemplo, condenava oricla, de que derivou orelha, defendendo auris; condenava rivus, contra rius, de onde obviamente veio rio; condenava socra (sogra) em vez de socrus; defendia ansa contra a forma nova asa etc.). Ou seja, já naquele tempo se faziam listas de erros, que hoje é um esporte bem lucrativo.

    O curioso é que, a cada época, os defensores do seu padrão não se dão conta de que ele foi condenado anteriormente (quem deixaria de dizer rio, asa ou sogra?). Há queixas gerais, pura repetição de clichês, e queixas específicas, que tematizam questões particulares. As queixas começam pela grafia, sem que os críticos se deem conta de que uma lei pode mudá-la. A “invenção” de palavras consideradas desnecessárias ou o emprego das atuais em sentido “corrompido” também é um alvo muito comum.

    Disponível em: <http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3113/n/um_mito> Acesso em: 04 out. 2016



    Durante o V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado em Porto Alegre/RS em 1999, os movimentos criaram o documento intitulado:

    Alternativas da questão 3400971
  2. Questão 242

    ID 3400969

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Alfabeto Manual

    Ano: 2016 Banca: IDECAN - Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional Órgão: Secretaria de Estado da Administração do Rio Grande do Norte


    O par mínimo que se caracteriza distinção da configuração de mão é:

    Alternativas da questão 3400969
  3. Questão 243

    ID 3400968

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assuntos: Comunidade Surda, Educação Bilíngue para Surdos

    Ano: 2016 Banca: CESPE CEBRASPE - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB Órgão: Universidade de Brasília


    Quanto à educação bilíngue para surdos, julgue os itens seguintes.



    A educação bilíngue deve ser entendida não como uma estratégia para a assimilação de diferenças, mas como uma proposta de dar voz política à comunidade surda e a seus direitos e anseios — que não são homogêneos — em um projeto educacional que construa novas práticas de significação da surdez.
    Alternativas da questão 3400968
  4. Questão 244

    ID 3400967

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assuntos: Comunidade Surda, Cultura Surda, Identidade Surda e Artefatos Culturais, Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: UFG - Universidade Federal do Goiás Órgão: Prefeitura Municipal de Goiânia


    O Tradutor Intérprete de Língua de Sinais – TILS –, em contato com a comunidade surda, é interpelado por elementos identitários que a constituem, tais como os sociais e culturais. Nesse sentido, Steiner (1975), ao se referir à mediação linguística, sugere a ideia do tradutor como agente mediador. Assim, esse agente atua de forma a

    Alternativas da questão 3400967
  5. Questão 245

    ID 3400966

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Educação Bilíngue para Surdos

    Ano: 2016 Banca: CESPE CEBRASPE - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB Órgão: Universidade de Brasília


    A respeito da proposta educacional bilíngue, julgue os seguintes itens.



    Em uma perspectiva socioantropológica, a filosofia que fundamenta a educação bilíngue propõe que o sujeito surdo seja visto como um sujeito bilíngue e bicultural.
    Alternativas da questão 3400966
  6. Questão 246

    ID 3400965

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Iconicidade e Arbitrariedade no Signo Linguístico

    Ano: 2016 Banca: IFMG - Instituto Federal de Minas Gerais Órgão: Instituto Federal de Minas Gerais


    Os pares mínimos, estudados pela Fonologia, são palavras ou sinais muito semelhantes, que se diferenciam somente por uma característica específica.

    -

    I - TRABALHAR / VÍDEO

    II - AJUDAR / APOIO

    III - IRMÃ@ / IGUAL

    IV - SABADO / APRENDER

    -

    Analise as imagens acima e marque a opção INCORRETA sobre a formação de pares mínimos:

    Alternativas da questão 3400965
  7. Questão 247

    ID 3400964

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Braile

    Ano: 2016 Banca: FUNIVERSA Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá


    Com relação à impressão em Braille, assinale a alternativa
    correta.
    Alternativas da questão 3400964
  8. Questão 248

    ID 3400963

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assuntos: Comunidade Surda, Educação Bilíngue para Surdos

    Ano: 2016 Banca: IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Órgão: Instituto Federal do Rio Grande do Sul


    Um mito

    Por Sirio Possenti

    O mito mais renitente sobre as línguas é o de que teria havido, em algum momento, línguas perfeitas. Em cada país – ou cultura – há quem lamente sua decadência. As pessoas estariam falando muito mal, ninguém mais respeita as regras, a gramática precisa “voltar” a ser ensinada, quem sabe até mesmo o latim, já que isso ajudaria a melhorar as coisas, da grafia ao sentido, passando pelas regências e concordâncias. As queixas são generalizadas.

    A primeira versão desse mito que conhecemos é a história de Babel, embora no livro não se diga que se falava corretamente, mas apenas que se falava uma só língua e todos se compreendiam. O castigo foi a diversidade linguística. Antes disso, o livro informara que Adão deu a cada criatura um nome adequado. Não se fala em sintaxe, concordância, regência, muito menos em correção, mas apenas na adequação dos nomes, que, diga-se, é hoje um tópico de muitas queixas.

    Na verdade, o mito da decadência (o avesso do da perfeição antiga) vigora em muitos outros campos: os escritores eram melhores, havia verdadeiros filósofos, os políticos tinham mais compostura (e eram melhores oradores), o casamento era para valer, as mulheres, então... etc.

    O dado mais curioso sobre a questão é que as queixas são bem antigas. Cícero já se queixava da mesma coisa, e conhece-se o Appendix Probi, que fazia uma lista de palavras corretas e de sua contraparte “errada” (por exemplo, condenava oricla, de que derivou orelha, defendendo auris; condenava rivus, contra rius, de onde obviamente veio rio; condenava socra (sogra) em vez de socrus; defendia ansa contra a forma nova asa etc.). Ou seja, já naquele tempo se faziam listas de erros, que hoje é um esporte bem lucrativo.

    O curioso é que, a cada época, os defensores do seu padrão não se dão conta de que ele foi condenado anteriormente (quem deixaria de dizer rio, asa ou sogra?). Há queixas gerais, pura repetição de clichês, e queixas específicas, que tematizam questões particulares. As queixas começam pela grafia, sem que os críticos se deem conta de que uma lei pode mudá-la. A “invenção” de palavras consideradas desnecessárias ou o emprego das atuais em sentido “corrompido” também é um alvo muito comum.

    Disponível em: <http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3113/n/um_mito> Acesso em: 04 out. 2016



    Conforme Lebedeff (2004), há problematizações sobre o letramento de crianças surdas. Das alternativas abaixo, todas as alternativas corroboram com as colocações da autora, EXCETO:

    Alternativas da questão 3400963
  9. Questão 249

    ID 3400962

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: UFG - Universidade Federal do Goiás Órgão: Prefeitura Municipal de Goiânia


    Na perspectiva dos Estudos Culturais, a identidade dos – Intérpretes de línguas de Sinais – ILS – é concebida como múltipla e não essencialista. Assim, não há uma identidade homogênia, única e centrada e sim aspectos que funcionam como marcadores constituintes da identidade dos ILS (SANTOS, 2006). Esta autora identifica os marcadores ou artefatos constituintes como sendo os seguintes elementos:

    Alternativas da questão 3400962
  10. Questão 250

    ID 3400961

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: FGV - Fundação Getúlio Vargas Órgão: Secretaria de Estado de Educação de Pernambuco


    Em Libras há tipos de concordância que ocorrem simultaneamente no mesmo verbo. De acordo com as transcrições, assinale a opção que demonstra uma concordância verbal que utiliza o parâmetro da orientação como marca das pessoas no discurso.

    Alternativas da questão 3400961
  11. Questão 251

    ID 3400956

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Braile

    Ano: 2016 Banca: IDECAN - Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional Órgão: Universidade Federal da Paraíba


    No sistema Braille, a escrita da letra á (a agudo) é representada pelos pontos:
    Alternativas da questão 3400956
  12. Questão 252

    ID 3400955

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: FCC - Fundação Carlos Chagas Órgão: Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul


    O intérprete de língua de sinais, quando em meio aos surdos, deixa de ser vidente para ser visível, sendo assim percebido tanto
    pelos surdos como pelos ouvintes. Ao mesmo tempo que um percebe o outro, é percebido não só pelo outro do seu diálogo
    direto, mas também pelos outros que os cercam. Confundido com uma pessoa surda, o intérprete muitas vezes
    Alternativas da questão 3400955
  13. Questão 253

    ID 3400953

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: COSEAC Órgão: Universidade Federal Fluminense


    Durante suas atividades, é essencial para o contato bilíngue do intérprete que ele:

    Alternativas da questão 3400953
  14. Questão 254

    ID 3400948

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: IFTO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins Órgão: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Tocantins


    Na análise dos pronomes das Línguas de Sinais, como é empregado o termo role shift?

    Alternativas da questão 3400948
  15. Questão 255

    ID 3400945

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Alemão

    Ano: 2016 Banca: IAN - Instituto de Avaliação Nacional Órgão: Prefeitura Municipal de Guaratinguetá


    Dada für die Krise!

    Von Hellmuth Vensky

    Schuldenkrise? "Fümms bö wö tää zää Uu, pögiff, kwii Ee." Rettungsschirm? "Oooooooooooooooooooooooo, dll rrrrr beeeee b, dll rrrrr beeeee bö fümms bö." Griechenland und der Euro? "Rinnzekete bee bee nnz krr müü?" Wer sich vom Zustand der europäischen Währungsunion deprimieren lässt, hat vielleicht nur die falsche Einstellung.

    Kurt Schwitters hatte die richtige. An seiner Ursonate, aus der obige Zitate stammen, arbeitet Schwitters neun Jahre lang, während um ihn die Welt in ihrer schlimmsten Wirtschaftskrise versinkt, Rechtsradikale und Kommunisten sich Straßenschlachten liefern und ein gewisser Adolf Hitler Reden hält, die der Ursonate vom Klang her gar nicht so unähnlich sind.

    Dada entsteht in der künstlerischen Ursuppe zu Beginn des 20. Jahrhunderts, der wir von Kub- über Futur- bis Expression- so viele Ismen verdanken. Die 1916 geborene Nonsens-Kunst will kein weiterer Ismus sein: Sie steht unter dem Eindruck der vehement vorgetragenen Ideologien der Moderne und entwickelt sich unter dem Kanonendonner ihrer bis dahin schlimmsten Fortsetzung mit gewaltsamen Mitteln, des Ersten Weltkriegs. Die Ablehnung aller Autoritäten, die Verhohnepipelung von Disziplin und Moral und die Apotheose des Individuums bilden ihren Kern.

    Dann kommen die Goldenen Zwanziger dazwischen, der kurze Sommer des ungezügelten Hedonismus, eine nur fünf Jahre lange "Dekade" zwischen Nachkriegsleid und dem Börsencrash von 1929. In der beschwingten Zeit der Großen Gatsbys tritt die ernste Albernheit in den Hintergrund. Die Folgen sind bekannt: NS-Diktatur, Zweiter Weltkrieg, Teilung Deutschlands etc. pp. oder "zee tee wee bee", wie es bei Schwitters heißt.

    Schwitters , am 20. Juni 1887 geboren und damit gerade runde 125 Jahre alt, hält mit den Zürcher Dada-Gründervätern um Hans Arp, Hugo Ball und Richard Huelsenbeck freundlichen Kontakt, doch der Hannoveraner erfindet seine eigene Richtung. "Merz" nennt er sie – eine Buchstabenfolge, die er aus einer Reklame für die Commerzbank-Vorgängerin Commerz- und Privatbank ausschneidet.

    Die Collage, vornehmste Technik des Dada, treibt Schwitters auf die Spitze, er ist der erste wahre crossmediale Künstler, ein Materialvernetzer, der am Internet seine helle Freude hätte. In seinem Haus entsteht der "Merzbau" , eine Installation avant la lettre mit geometrischen Höhlen, in denen assoziationsreiche Artefakte liegen wie ein Fläschchen Urin und eine Zigarettenkippe von Hans Arp.

    (De:http://www.zeit.de/kultur/literatur/2012-06/kurt-schwitters-merz#comments

    (excerto). Acesso em 05.02.2016.



    “Wer zuletzt lacht, lacht am besten”. A língua alemã é pródiga em ditados populares, alguns deles com equivalentes no português do Brasil. Assinale a alternativa na qual a equivalência de sentidos entre os provérbios das duas línguas NÃO está correta.

    Alternativas da questão 3400945
  16. Questão 256

    ID 3400943

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assuntos: Comunidade Surda, Educação Bilíngue para Surdos

    Ano: 2016 Banca: VUNESP - Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista Órgão: Prefeitura de Rio Claro


    Para o ingresso dos estudantes surdos nas escolas comuns, a educação bilíngue – Língua Portuguesa/ Libras – desenvolve o ensino escolar na Língua Portuguesa e na Língua de Sinais. A Língua Portuguesa é considerada como

    Alternativas da questão 3400943
  17. Questão 257

    ID 3400942

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Alemão

    Ano: 2016 Banca: IAN - Instituto de Avaliação Nacional Órgão: Prefeitura Municipal de Guaratinguetá


    Dada für die Krise!

    Von Hellmuth Vensky

    Schuldenkrise? "Fümms bö wö tää zää Uu, pögiff, kwii Ee." Rettungsschirm? "Oooooooooooooooooooooooo, dll rrrrr beeeee b, dll rrrrr beeeee bö fümms bö." Griechenland und der Euro? "Rinnzekete bee bee nnz krr müü?" Wer sich vom Zustand der europäischen Währungsunion deprimieren lässt, hat vielleicht nur die falsche Einstellung.

    Kurt Schwitters hatte die richtige. An seiner Ursonate, aus der obige Zitate stammen, arbeitet Schwitters neun Jahre lang, während um ihn die Welt in ihrer schlimmsten Wirtschaftskrise versinkt, Rechtsradikale und Kommunisten sich Straßenschlachten liefern und ein gewisser Adolf Hitler Reden hält, die der Ursonate vom Klang her gar nicht so unähnlich sind.

    Dada entsteht in der künstlerischen Ursuppe zu Beginn des 20. Jahrhunderts, der wir von Kub- über Futur- bis Expression- so viele Ismen verdanken. Die 1916 geborene Nonsens-Kunst will kein weiterer Ismus sein: Sie steht unter dem Eindruck der vehement vorgetragenen Ideologien der Moderne und entwickelt sich unter dem Kanonendonner ihrer bis dahin schlimmsten Fortsetzung mit gewaltsamen Mitteln, des Ersten Weltkriegs. Die Ablehnung aller Autoritäten, die Verhohnepipelung von Disziplin und Moral und die Apotheose des Individuums bilden ihren Kern.

    Dann kommen die Goldenen Zwanziger dazwischen, der kurze Sommer des ungezügelten Hedonismus, eine nur fünf Jahre lange "Dekade" zwischen Nachkriegsleid und dem Börsencrash von 1929. In der beschwingten Zeit der Großen Gatsbys tritt die ernste Albernheit in den Hintergrund. Die Folgen sind bekannt: NS-Diktatur, Zweiter Weltkrieg, Teilung Deutschlands etc. pp. oder "zee tee wee bee", wie es bei Schwitters heißt.

    Schwitters , am 20. Juni 1887 geboren und damit gerade runde 125 Jahre alt, hält mit den Zürcher Dada-Gründervätern um Hans Arp, Hugo Ball und Richard Huelsenbeck freundlichen Kontakt, doch der Hannoveraner erfindet seine eigene Richtung. "Merz" nennt er sie – eine Buchstabenfolge, die er aus einer Reklame für die Commerzbank-Vorgängerin Commerz- und Privatbank ausschneidet.

    Die Collage, vornehmste Technik des Dada, treibt Schwitters auf die Spitze, er ist der erste wahre crossmediale Künstler, ein Materialvernetzer, der am Internet seine helle Freude hätte. In seinem Haus entsteht der "Merzbau" , eine Installation avant la lettre mit geometrischen Höhlen, in denen assoziationsreiche Artefakte liegen wie ein Fläschchen Urin und eine Zigarettenkippe von Hans Arp.

    (De:http://www.zeit.de/kultur/literatur/2012-06/kurt-schwitters-merz#comments

    (excerto). Acesso em 05.02.2016.



    O começo do século XX assiste também à produção de um dos maiores prosadores de todos os tempos, o tcheco Franz Kafka. Nascido judeu em Praga, escrevia, contudo, em alemão. Marque a alternativa com uma de suas obras mais conhecidas.

    Alternativas da questão 3400942
  18. Questão 258

    ID 3400938

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assuntos: Comunidade Surda, Educação Bilíngue para Surdos

    Ano: 2016 Banca: ADVISE Órgão: Prefeitura Municipal de Conde


    Sobre o pensamento educacional brasileiro do ensino aos surdos, qual a alternativa nomeia e define CORRETAMENTE uma das teorias existentes?

    Alternativas da questão 3400938
  19. Questão 259

    ID 3400937

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Iconicidade e Arbitrariedade no Signo Linguístico

    Ano: 2016 Banca: IFPI - Instituto Federal do Piauí Órgão: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Piauí


    Segundo Ferreira-Brito (1990), os sinais icônicos são alguns sinais da LIBRAS, gestos que fazem alusão à imagem do seu signifi cado. Marque a alternativa CORRETA para os sinais icônicos.

    FERREIRA-BRITO, L. Uma abordagem fonológica dos sinais da LSCB. Espaço: Informativo Técnico-científico do INES, Rio de Janeiro, v.1, p.23-43, 1990.

    Alternativas da questão 3400937
  20. Questão 260

    ID 3400934

    Disciplina: Línguas (Outras)

    Assunto: Tradução e Interpretação

    Ano: 2016 Banca: IFPI - Instituto Federal do Piauí Órgão: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Piauí


    A direção do olhar, na LIBRAS, é explorada gramaticalmente para:

    I. Distinguir entre singular e plural .

    II. Distinguir entre os pronomes de 2ª e 3ª pessoa.

    III. Contribuir para o estabelecimento de concordância verbal.

    IV. Formar substantivos compostos.

    Estão CORRETAS as assertivas:

    Alternativas da questão 3400934
Pular para o conteúdo principal