Questão
ID 998337Disciplina: Língua Portuguesa
Assunto: Tempo
Ano: 2014 Banca: FGV - Fundação Getúlio Vargas Órgão: Prefeitura Municipal de João Pessoa
Leia o texto a seguir e responda às questões 34, 35 e 36.
São cada vez mais numerosas as vozes que se levantam contra o acordo ortográfico. Não só em Portugal, como também noutros países que falam a língua de Camões. No Brasil, por exemplo, os principais opositores do acordo citam o Manifesto em Defesa da Língua Portuguesa, Contra o Acordo Ortográfico, promovido por Vasco Graça Moura, que já conta com mais de 115 mil assinaturas. Há dias, a petição esteve na base de um artigo publicado no jornal O Globo, com o título Portugal Reage.
Quem também ataca o acordo é o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, membro da Academia Brasileira de Letras. “No tempo do Getúlio (Brasil) e de Salazar (Portugal) foram feitos acordos que não prevaleceram, porque, na realidade, quem faz a língua não são as academias, nem os governos. Quem faz a língua é o povo”, afirma. “Os portugueses jamais vão deixar de chamar o trem de ‘comboio’, não adianta. Em Portugal, ‘facto’ é ‘fato’, e ‘fato’ é ‘roupa’. Também temos nossas particularidades e jamais vamos chegar a um acordo”.
“Um cão atravessava um rio com um pedaço de carne na boca quando viu seu próprio reflexo na água. Teve a impressão de que o pedaço de carne que carregava era muito maior do que o seu, daí que largou o que levava, ficando sem alimento”.
(Fábulas de Esopo)
Nessa pequena narrativa há, como em todos os demais textos do mesmo tipo, uma sequência cronológica de ações. Essa sequência é realizada por meio de formas verbais.
Em sequência cronológica, as três primeiras formas verbais são