“Há qualquer coisa de especial nisto de botar a cara na janela em crônica de jornal ‒ eu não fazia isso há muitos anos, enquanto me escondia em poesia e ficção. Crônica algumas vezes também é feita, intencionalmente, para provocar. Além do mais, em certos dias mesmo o escritor mais escolado não está lá grande coisa.”
(LUFT, L. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. Adaptado).
Os pronomes nisto e isso remetem ao termo botar a cara na janela em crônica de jornal, sendo que o primeiro estabelece uma relação catafórica, e o segundo, uma relação anafórica com esse termo.