Quando, ao médico observador, que investiga com precisão o estado da doença, evidencia-se, nos casos urgentes, após passarem-se apenas seis, oito ou doze horas, que fez uma escolha má no medicamento dado pela última vez, e que o estado do paciente está perceptivelmente piorando, embora pouco, de hora em hora, pela ocorrência de novos sintomas e sofrimentos, ele pode, ou melhor, deve, remediar o erro escolhendo e dando um medicamento homeopático que não seja apenas toleravelmente adequado, mas o mais apropriado possível para o estado da doença que está tratando.