Questão
ID 932626Disciplina: Língua Portuguesa
Assunto: Função Metalinguística
Ano: 2011 Banca: FUMARC - Fundação Mariana Resende Costa Órgão: Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
O texto abaixo transcrito, de Paulo Leminski, servirá de base para as questões de número 11 a 16.
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito
inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjunção.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido na sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
No poema, a própria linguagem é utilizada como tema e conteúdo daquilo que está escrito. Da mesma forma, as imagens abaixo estão centradas no código. Tanto elas quanto o poema usam a linguagem para explicar a própria linguagem, ou seja, usam o código para explicar o próprio código. Observe as imagens, confronte-as com o poema de Leminski e aponte a alternativa cuja figura NÃO exemplifica essa função da linguagem.