Nas últimas décadas do século XX, ocorreu um
aumento muito significativo da expectativa de vida
ao nascer que cresceu, no caso dos homens, de
33,4 anos em 1910 para 62,3 anos em 1990 e, no
caso das mulheres, de 34,6 para 69,1 anos, respectivamente.
Isso ocorreu porque a mortalidade
das crianças menores de 1 ano de idade deixou
de ter impacto sobre a expectativa de vida dos
brasileiros, como revela o fato de que uma criança
brasileira nascida em 1990 tinha expectativa de
vida estimada em 62,3 anos, caso fosse do sexo
masculino, e de 69,1 anos se fosse do sexo feminino.
Entretanto, aquelas que sobrevivessem ao
primeiro ano de vida podiam esperar viver em
média mais 65 anos, no caso dos homens (ou
seja, até os 66 anos), e mais 71,1 anos adicionais
no caso de mulheres (ou seja, até 72,1 anos).