Questão 2666740

Língua Portuguesa · 2016

Questão

ID 2666740

Disciplina: Língua Portuguesa

Assunto: Letra de Canção

Ano: 2016 Banca: FUNRIO - Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência Órgão: Prefeitura Municipal de Nilópolis


TEXTO III

Hoje

Trago em meu corpo as marcas do meu tempo

Meu desespero, a vida num momento

A fossa, a fome, a flor, o fim do mundo...

Hoje

Trago no olhar imagens distorcidas

Cores, viagens, mãos desconhecidas

Trazem a lua, a rua às minhas mãos,

Mas hoje,

As minhas mãos enfraquecidas e vazias

Procuram nuas pelas luas, pelas ruas...

Na solidão das noites frias por você.

Hoje

Homens sem medo aportam no futuro

Eu tenho medo acordo e te procuro

Meu quarto escuro é inerte como a morte

Hoje

Homens de aço esperam da ciência

Eu desespero e abraço a tua ausência

Que é o que me resta, vivo em minha sorte

Ah, Sorte...

Eu não queria a juventude assim perdida

Eu não queria andar morrendo pela vida

Eu não queria amar assim como eu te amei.

Taiguara Chalar da Silva



A letra dessa canção é estruturada pela oposição do tempo presente ao tempo passado.

O “eu” que se expressa, no Texto III, apresenta o seguinte posicionamento diante da passagem do tempo:

Alternativas da questão 2666740
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