Questão 2588289

Língua Portuguesa · 2023

Questão

ID 2588289

Disciplina: Língua Portuguesa

Assunto: Inferência Textual

Ano: 2023 Banca: FGV - Fundação Getúlio Vargas Órgão: Secretaria da Educação do Estado do Tocantins


“Acredito que haja outro momento para além do oriente e ocidente se juntando para tentar encapsular o pensamento. Ganham novas dimensões quando velhos termos são postos em outros contextos. O caso é que vivemos em estado de arte e o passeio em outros mundos é apenas uma forma de como podemos pensar e experimentar a tão falada decolonização. Makunaima e decolonização soam termos soltos no meio da multidão, ou seja, o povo, aquele a quem nós midiáticos buscamos. Ou não? Acontece que Makunaima expôs-se em Makunaíma para ser parte da cultura disponível. Uma vida inteira a esse propósito é anunciada para a contextualização mínima. A minha relação com meu avô será o nosso passeio. Makunaima no círculo que este texto alcança é, ou poderia ser, minimamente conhecido por sua parte exposta antes na arte, no mundo.”

ESBELL, Jaider. Makunaima, o meu avô em mim! Iluminuras, Porto Alegre, v. 19, n. 46, p. 11-39, jan/jul, 2018.

Considerando o texto de Jaider Esbell, analise as afirmativas a seguir.

I. Os sentidos, que têm constituição espaço-temporal, são ideológicos e, por isso, dependentes das esferas de atividades em que circulam.

II. Expor Makunaíma em Makunaíma faz revolver as narrativas da história e possibilita retirar da invisibilidade questões da ancestralidade, da organização social e da subjetividade do indígena.

III. Ações decoloniais, como atos de insurgência, podem ser experimentadas nas obras, nas vozes e na agentividade dos artistas indígenas contemporâneos.

Está correto o que se afirma em

Alternativas da questão 2588289
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