Questão
ID 2302590Disciplina: Língua Portuguesa
Assunto: Pressupostos e Subentendidos
Ano: 2012 Banca: QUADRIX - Instituto Quadrix Órgão: Conselho Regional de Fonoaudiologia - 4ª Região
Leia o poema abaixo para responder às questões de 1 a 4.
A esperança
A Esperança não murcha, ela não cansa, Também como ela não sucumbe a Crença. Vão-se sonhos nas asas da Descrença, Voltam sonhos nas asas da Esperança.
Muita gente infeliz assim não pensa; No entanto o mundo é uma ilusão completa, E não é a Esperança por sentença Este laço que ao mundo nos manieta?
Mocidade, portanto, ergue o teu grito, Sirva-te a crença de fanal bendito, Salve-te a glória no futuro - avança!
E eu, que vivo atrelado ao desalento, Também espero o fim do meu tormento, Na voz da morte a me bradar: descansa!
Augusto dos Anjos
O poeta brasileiro Augusto dos Anjos teve seu único livro de poesia, intitulado Eu, publicado em 1912. No poema acima, o tema da esperança é abordado, como se pode perceber. Podemos afirmar que, na primeira estrofe: