Questão 1878672

Língua Portuguesa · 2020

Questão

ID 1878672

Disciplina: Língua Portuguesa

Assunto: Inferência Textual

Ano: 2020 Banca: OMNI - Concursos Públicos Órgão: Prefeitura Municipal de São Gabriel da Palha


Leia o poema abaixo, de Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões 3 e 4:

Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

Fonte: http://www.citador.pt/poemas/ausencia-carlosdrummond-de-andrade



Com base na leitura do poema “Ausência”, de Carlos Drummond de Andrade, é possível afirmar:

I) O eu-poético acreditou durante um tempo que ausência era sinônimo de falta, ou seja, um vazio constante.

II) No presente, o sujeito poético não lastima a falta, já que, por ser mais maduro e, consequentemente, mais sábio, aprendeu a superá-la.

III) O sujeito poético aprendeu, com o passar do tempo, que a ausência, na verdade, não pode ser sinônimo de falta, uma vez que faz parte dele.

IV) O eu-poético decide, por fim, acolher a ausência com certa alegria.

É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas da questão 1878672
Pular para o conteúdo principal