Questão
ID 167089Disciplina: Enfermagem
Assuntos: Decreto Nº 94.406/1987 - Regulamenta o Exercício da Enfermagem, Lei Nº 11.741/2008 - Altera Dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de Dezembro de 1996, Que Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para Redimensionar, Institucionalizar e Integrar as Ações da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, da e, Resolução COFEN Nº 565/2017
Ano: 2025 Banca: FGV - Fundação Getúlio Vargas Órgão: Exame Nacional de Residência
Em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral, uma enfermeira, com dez anos de experiência, observou deterioração clínica em um paciente no pós-operatório de grande porte, com os seguintes dados: sudorese fria, PA 78/45 mmHg, FC 130 bpm e diurese de 10 mL/h nas últimas duas horas. O acesso venoso central apresentou refluxo lento e a prescrição médica está desatualizada há mais de 12 horas. O médico plantonista está ausente, em outro setor, e deve demorar a atender ao chamado.
Diante da urgência, a enfermeira acionou o Protocolo de Resposta Rápida, solicitou apoio da equipe técnica, elevou a cabeceira do leito e administrou oxigênio suplementar por cateter nasal, enquanto iniciava a monitorização contínua. Posteriormente, foi questionada por ter tomado “iniciativas não prescritas”.
Considerando o contexto descrito e os marcos legais da prática profissional da Enfermagem, analise as afirmativas a seguir.
I. A enfermeira ultrapassou os limites de sua competência legal ao executar medidas clínicas sem prescrição médica formal, mesmo diante de risco iminente.
II. A decisão de acionar a equipe de resposta rápida está respaldada em protocolos institucionais e diretrizes éticas da Enfermagem.
III. O uso de oxigênio suplementar em paciente instável, ainda que sem prescrição escrita, encontra respaldo nos princípios da segurança do paciente e no Código de Ética da Enfermagem.
Está correto o que se afirma em