Questão
ID 1604493Disciplina: Fisioterapia
Assunto: Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia
Ano: 2022 Banca: UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Paraná Órgão: Prefeitura Municipal de Santo Antônio da Platina
A prevalência de disfunções do assoalho pélvico é considerada alta, especialmente entre mulheres. As intervenções fisioterapêuticas apresentam altos níveis de evidência científica para tratar os mais variados tipos dessas disfunções. Entretanto, em tempos de pandemia, em que o atendimento presencial se manteve bastante limitado, o teleatendimento ganhou espaço, inclusive para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico. A Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher (ABRAFISM) lançou um documento com recomendações sobre fisioterapia em uroginecologia e coloproctologia em tempos de Covid-19. Nesse documento, reconhece-se não só a importância da avaliação do assoalho pélvico, mas a dificuldade de transpor a avaliação do assoalho pélvico para a modalidade remota. Tal dificuldade se deve, preponderantemente: