Questão 1074774

Língua Portuguesa · 2025

Questão

ID 1074774

Disciplina: Língua Portuguesa

Assunto: Estilística da Expressão Linguística

Ano: 2025 Banca: FEPESE - Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos Órgão: Prefeitura Municipal de São José


Poema

Responda às questões de 1 a 3 de acordo com o poema.

Trecho do poema Mocidade e Morte

Oh! Eu quero viver, beber perfumes

Na flor silvestre, que embalsama os ares;

Ver minh’alma adejar pelo infinito,

Qual branca vela n’amplidão dos mares.

No seio da mulher há tanto aroma…

Nos seus beijos de fogo há tanta vida…

-Árabe errante, vou dormir à tarde

A sombra fresca da palmeira erguida.

Mas uma voz responde-me sombria:

Terás o sono sob a lájea fria.

Morrer…quando este mundo é um paraíso,

E a alma um cisne de douradas plumas:

Não! O seio da amante é um lago virgem…

Quero boiar à tona das espumas.

Vem! Formosa mulher – camélia pálida,

Que banharam de pranto as alvoradas,

Minh’alma é a borboleta, que espaneja

O pó das asas lúcidas, douradas…

E a mesma voz repete-me terrível,

Com gargalhar sarcástico: – impossível!

Do poeta Castro Alves.



Nos versos do poema, a imagem da morte aparece na palavra:

Alternativas da questão 1074774
Pular para o conteúdo principal