Questão 1043806

Língua Portuguesa · 2019

Questão

ID 1043806

Disciplina: Língua Portuguesa

Assunto: Inferência Textual

Ano: 2019 Banca: SUSTENTE - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável Órgão: Prefeitura Municipal de Paudalho


Texto 1

Agentes comunitários ajudam a melhorar a saúde da população

Boa capacidade para se comunicar com as pessoas e comprometimento pela saúde de sua comunidade, fazendo a vigilância tanto da população quanto de suas casas, comércios e terrenos. Esses são princípios que regem os agentes comunitários de saúde e agentes comunitários de endemias.

Esses agentes exercem a função contando, principalmente, com o vínculo já existente com a comunidade em que vive. Ou seja, eles funcionam como elo entre essa população e as unidades de saúde, por meio do contato permanente com as famílias da região em que atuam.

De acordo com Divino Valério Martins, coordenador geral dos Programas Nacionais de Controle e Prevenção da Malária e das Doenças Transmitidas pelo Aedes do Ministério da Saúde, o papel dos agentes comunitários é fundamental, pois subsidia o planejamento estratégico do Ministério da Saúde, estados e municípios, colaborando na prevenção e na vigilância da saúde da sociedade.

“O trabalho dos agentes, em realizar visitas casa a casa, é de extrema importância para o Ministério da Saúde, pois é através da visita domiciliar que nós, enquanto Governo, conseguimos um retrato epidemiológico do que está ocorrendo no país. Com esse trabalho é que conseguimos identificar quais são as áreas de risco, quais são as áreas de maior probabilidade de transmissão de doenças e quais as melhores ações a serem tomadas”.

Há oito anos, o agente comunitário de saúde, Aldair do Nascimento, visita casas e conversa com os moradores de um dos bairros do município de Altamira, no interior do Pará. O jovem de 37 anos diz que as ações dos agentes vão além da coleta de dados e informações. A caminhada “pela minha região”, como ele chama, serve para falar sobre os direitos da comunidade e instruir as pessoas sobre os programas de saúde do Governo.

“À medida que nós visitamos as casas das pessoas, passamos orientações à população, ensinamos conceitos de educação em saúde, que para muita gente pode parecer básico, mas para algumas comunidades mais carentes pode ser um esclarecimento, uma novidade. Além disso, tiram dúvidas sobre doenças e agravos, verificamos a evolução no quadro clínico de quem precisa. Enfim, podemos acompanhar a saúde das famílias ao longo do tempo. Servimos na comunicação tanto para a população quanto para o Governo”.

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www.blog.saude.gov.br, acesso em 03/07/2019

Texto 2

Brasil registra 366 mortes por dengue, o dobro de 2018

Segundo novo boletim do Ministério da Saúde, até 8 de junho, também foram confirmados 596 mil casos da doença.

Em 2019, até 8 de junho, foram registradas 366 mortes por dengue em todo o país. O número é 2,6 vezes maior que no mesmo período de 2018, que registrou 139 óbitos.

Segundo informações do Ministério da Saúde, foram confirmados 596.381 casos da doença – um aumento de 700% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o número de casos prováveis (que ainda não foram confirmados nem descartados) é ainda pior: 1.127.244 contra 170.628 em 2018.

A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, está em 540,7 casos/100 mil habitantes. As regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentam os maiores valores: 920,5 casos/100 mil habitantes e 908,7 casos/100 mil, respectivamente.

Na análise das unidades federativas, Minas Gerais é a campeã, com 1.804,2 casos/100 mil hab., seguida por Goiás (1.230,3 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (1.164,1 casos/100 mil hab.), Tocantins (1.006,5 casos/100 mil hab.), Espírito Santo (938,9 casos/100 mil hab.), São Paulo (808,5 casos/100 mil hab.), Distrito Federal (741,1 casos/100 mil hab.) e Acre (569,9 casos/100 mil hab.)

Até o 8 de junho, foram registrados 65.826 casos prováveis e 38.022 casos confirmados de chikungunya no país, um aumento de 7,1% e 25%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2018. O número de óbitos também cresceu: 15 óbitos neste ano contra cinco no ano passado.

As regiões Sudeste e Norte apresentam a maior incidência da doença com 58,2 casos/100 mil hab. e 20,8 casos/100 mil hab., respectivamente. Entre os estados, destacam-se Rio de Janeiro (268,9 casos/100 mil hab.), Rio Grande do Norte (67,3 casos/100 mil hab.) e Pará (36,2 casos/100 mil hab.).

Zika

Em 2019, até 1º de junho, foram registrados 6.526 casos prováveis de Zika e 1.362 confirmados, com incidência de 3,1 casos/100 mil hab. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 5.098 casos prováveis e uma incidência de 2,4 casos/100 mil habitantes – um aumento de 28%. Entre as Unidades da Federação (UF), destacam-se Tocantins (42,5 casos/100 mil hab.), Acre (9,0 casos/100 mil hab.) e Espírito Santo (8,5 casos/100 mil hab.). Nenhuma morte pela doença foi registrada até o momento.

www.veja.abril.com acesso em 03/07/2019

As questões de 1 a 10 devem ser respondidas de acordo com a análise dos textos acima.



As doenças referentes nos dois textos constituem

I- Endemias, sem haver expansão do mal.

II- Epidemias e houve expansão no Brasil.

III- Pandemias, pois ultrapassou as fronteiras do Brasil.

A única assertiva, sem erro, de acordo com o texto se encontra na alternativa

Alternativas da questão 1043806
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