"Você luta, luta, luta, mas também o seu tempo vai embora."
Foi assim que o Raphael Martins resumiu os anos em que trabalhou como motoboy e no Uber: muita luta, e o tempo passando.
No vídeo, aos 28 anos, ele conta que foi aprovado na Polícia Militar de Sergipe, no concurso de 2024, turma 1 de 2025. Antes disso, houve cansaço, festas perdidas e a decisão de mudar de vida. Houve também um caminho de estudo que, segundo ele, só ganhou direção quando encontrou o Portal.
O Raphael é aluno do Portal Concursos e contou a história dele em vídeo e em uma entrevista escrita. Este texto junta as duas, com as palavras dele.

Vale ouvir a história com a voz dele:
Trabalhar sempre foi o jeito dele de conquistar as próprias coisas.
Desde cedo, o Raphael aprendeu que nada vinha de graça. Ele conta:
"Desde a minha adolescência, eu trabalhei muito. Eu sempre gostei de trabalhar para conquistar minhas coisas."
Com os anos, virou autônomo e trabalhou como motoboy e no Uber. Foi nessa rotina que ele percebeu o problema, o mesmo da frase lá do começo: lutava o tempo todo, e o tempo ia embora junto.
O preço da correria foram festas, praia e réveillons.
Na entrevista escrita, perguntaram o que o levou a buscar a aprovação. A resposta veio com bom humor. Ele estava cansado de uma vida de altos e baixos, o "fica rico fica pobre, fica rico fica pobre", e de dias de luta que só se repetiam, como um "CD da vida travado" na mesma música.
Depois, ele listou o que essa rotina custou. Uber e motoboy "foram profissões que mais dediquei meu tempo", e o preço veio em coisas que não voltam: festas de família, momentos felizes com amigos, praia, festas boas e até réveillons, "brigando no trânsito para fazer o extra de dezembro". Ele resume assim:
"Cansei de virar noites de fins de semana por conta de trabalho, cansei de lutar tanto e no final sempre estar sem dinheiro e sem tempo."

Era uma vida sem sobra de nada, nem de dinheiro, nem de tempo.
Desse cansaço nasceu a decisão de virar policial.
Foi então que o Raphael olhou para outro caminho. Ele conta:
"Eu queria mudar de vida, olhei para as carreiras disponíveis de nível médio e vi que meu sonho de moleque de ser Policial tinha que se tornar real."
Ele não fez esse caminho sozinho. Na lista de agradecimentos dele estão Deus, a mãe, um grande amigo que "apertava a mente" dele todo dia para estudar e o Portal, "que me guiou para aprovação".
Sem orientação, estudar não rendia. Com o Portal, ele ganhou direção.
Na entrevista escrita, ele descreve a vida antes do Portal como "intensa, mas sem foco e sem muita orientação sobre o que realmente poderia cair, onde focar". Ou seja, a rotina era puxada, mas ele não sabia o que priorizar.
Sobre como conheceu o Portal, o vídeo e a entrevista contam o começo de formas diferentes. No vídeo, ele lembra que o contato começou pelas aulas que encontrou na internet, antes mesmo de conhecer o curso:
"Eu conheci o portal ao pesquisar no YouTube também, Direito Administrativo, Direito Penal, português, e aparecer aulas do professor. Ali eu já fui conhecendo o material."
Na entrevista escrita, a resposta para a pergunta "como você conheceu o Portal?" foi curta: "Através de amigos de minha confiança."

O que o fez ficar foi o curso presencial. Estudando sozinho, diz ele, a pessoa até tenta se guiar, "mas é complicado". Com o presencial, é diferente:
"E com o presencial você ganha um norte de quais disciplinas você estudar, como focar, onde focar."
Ele explica por quê. Quando o edital chega, "é imenso", e o professor "tá lá para te guiar, porque ele tá acompanhando as questões que estão acontecendo, as últimas provas". Se você ainda está montando o seu caminho, o guia de como estudar para concurso do zero ajuda a dar os primeiros passos.
Foi por isso, resume ele, que decidiu continuar: "Então isso me fez querer ficar no portal."

O resultado, nas palavras dele na entrevista escrita, foi este:
"Com o portal tive um norte quanto a métodos de memorização e organização do estudo, deixando mais eficiente as horas de estudo."

As fases difíceis incluíram errar questão fácil e querer tocar fogo no caderno.
Ter um rumo não deixou o caminho fácil. Quando perguntaram qual foi a fase mais difícil, ele respondeu no plural e com bom humor: "As fases". Foram muitas:
"As muitas milhares de fases eram as de desânimo quando ouvia pessoas falando que estavam indo super bem e eu errando muito, as horas que eu parava e queria tocar fogo no caderno, as horas que eu me sentia burro por errar questões tão fáceis e escutar o pessoal dizer 'essa era pra não zerar'."
Em outras palavras: ele via outras pessoas indo bem enquanto errava, e isso pesava. Se esse desânimo também trava você, vale ler como enfrentar o medo de fazer simulados.

E pensar em desistir? Ele admite que aconteceu mais de uma vez: "Alguns não, vários, é normal." O que o ajudou a seguir foi uma ideia simples. Para ele, a disputa maior não é contra os outros candidatos:
"O número de concorrentes é imenso, mas na verdade a gente concorre contra nós mesmos. E a gente vence quando não para de estudar. Basta querer e ter vontade."
Para ele, o Portal virou uma família.
Quando perguntaram o que mudou na forma de estudar, o Raphael citou o jeito de analisar as questões, o de guiar os estudos e, principalmente, os amigos que fez no Portal, que vai "levar pra vida toda". Ele também lembra da atenção da coordenadora e de professores "sempre atenciosos".
No vídeo, ele mostra que o vínculo continua depois da aprovação. Ele segue indo ao Portal para rever os amigos e os professores, e explica por quê:
"Hoje eu vou lá ver os amigos, vou ver os professores, porque, poxa, o Portal ali é uma família, ali é uma casa."

Hoje, ele diz que chegou lá graças ao Portal.
Na entrevista escrita, ele conta que ficou sem acreditar na aprovação até já estar no curso de formação. O vídeo termina com a frase:
"Graças ao portal, eu estou aqui hoje."
Foi ele quem trabalhou, estudou, errou e insistiu. Mas diz que chegou lá com ajuda do Portal, que deu direção ao esforço dele.


O conselho dele é não desistir.
Para quem está pensando em parar, o recado do Raphael é direto:
"Não desista, porque se tá ruim agora e você decidiu começar a estudar, não pare."
Ele explica o motivo. Se a pessoa parar, daqui a 10 ou 20 anos "você pensa, e se eu tivesse continuado?"

Quem ainda está no meio do caminho não está sozinho.
Se você está tentando encaixar os estudos em uma rotina apertada, o guia sobre como montar um cronograma de estudos para concurso pode ajudar a organizar a semana. Se você parou no meio do caminho, veja como recuperar o ritmo em 7 dias. E quem tem a Polícia Militar de Sergipe como meta pode conhecer a página do Portal para a PM de Sergipe.
O Raphael fez o curso com acompanhamento presencial. Para conhecer outras formas de estudar com o Portal, veja a assinatura do Portal Concursos. O resultado de cada aluno depende da sua dedicação.
Depoimento de aluno. Os resultados variam conforme a dedicação e o contexto de cada candidato.
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Veja respostas rápidas sobre a história do Raphael.
Quem é o Raphael Martins?
Aluno do Portal Concursos que, no vídeo, tinha 28 anos, era solteiro e contou ter sido aprovado na Polícia Militar de Sergipe, no concurso de 2024, turma 1 de 2025. Antes, trabalhou como motoboy e no Uber.
Qual foi a fase mais difícil da preparação dele?
As fases de desânimo: ver pessoas indo bem enquanto ele errava muito, sentir vontade de "tocar fogo no caderno" e se sentir "burro" por errar questões fáceis.
O Raphael pensou em desistir?
Sim. Nas palavras dele: "Alguns não, vários, é normal."
O que mudou na forma de estudar dele?
Segundo ele, a forma de analisar as questões e de guiar os estudos. Ele diz que, com o presencial, ganhou "um norte" sobre quais disciplinas estudar e onde focar.
Que conselho ele dá a quem está começando?
Não desistir. No vídeo: "Não desista, porque se tá ruim agora e você decidiu começar a estudar, não pare."